A agua n vai acabar

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Por que a água pode acabar?

A água pode acabar? Escrito por IAS em 28 Outubro 2020 Postado em Blog. Há 4,5 bilhões de anos atrás, quando a Terra se formou, não havia água nessa região do Sistema Solar, já que a ignição do Sol gerou uma explosão cataclísmica, que expulsou as moléculas mais leves (por exemplo a molécula de água, H2O) para longe.

Por que é preciso usar água?

Se parar para pensar, vai ver que, para realizar todas essas atividades, foi preciso usar água. A energia vinda das quedas d?água (via hidrelétricas) é que faz lâmpadas acenderem, chuveiros aquecerem e geladeiras refrigerarem. E para produzir o guardanapo que você passou pela boca é necessária muita água.

Por que a água não se decompõe?

Com água não. Ela não se decompõe, não apodrece e, quando vira fumaça, desce de novo na forma de gotas. Tanto é assim que o H 2 O que você bebe hoje, seja na forma de água pura, de cerveja ou de picanha, quase certamente já foi bebido por um dinossauro. E talvez tenha alimentado a banheira de Cleópatra, ou a privada de Hitler.

Por que a Terra não tem água?

Há 4,5 bilhões de anos atrás, quando a Terra se formou, não havia água nessa região do Sistema Solar, já que a ignição do Sol gerou uma explosão cataclísmica, que expulsou as moléculas mais leves (por exemplo a molécula de água, H2O) para longe.

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Por que a água não vai acabar?

A água possui um ciclo natural, que faz com que esse bem não se esgote, mas as interferências humanas neste ciclo, para a economia, por exemplo, pode torná-la escassa. É o que explica o professor do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Brasília, Sérgio Kóide.


Será que a água vai acabar?

A ÁGUA NÃO VAI ACABAR, MAS PRECISA SER MELHOR GERENCIADA. Samuel Giordano. O estoque de água no mundo é constante há 500 milhões de anos. Para se debater as questões da água podemos começar pela sua formação no planeta Terra.


Até quando a água pode durar no mundo?

As teorias mais pessimistas dizem que a água potável deve acabar logo, em 2050. Nesse ano, ninguém mais tomará banho todo dia. Chuveiro com água só duas vezes por semana. Se alguém exceder 55 litros de consumo (metade do que a ONU recomenda), seu abastecimento será interrompido.


É verdade que a água do mundo está acabando?

Uma boa notícia: não, a água não está acabando. Não existe um “ralo” por onde a água saia do planeta Terra. Mas a água disponível para o consumo humano, em qualidade e quantidade suficiente, essa sim pode entrar em extinção.


O que vai acontecer se toda a água do mundo acabar?

Sem água para beber, os animais iriam desidratar e morrer em alguns dias. Não se iluda, nós somos animais e morreríamos mais cedo ou mais tarde também. Possivelmente bem cedo. As plantas também não resistiriam.


Porque a água do mundo pode acabar?

Há vários motivos para que isso ocorra, entre eles o desperdício em casa. Perde-se muita água com vazamentos, torneira ligada sem necessidade e banhos demorados. Outro problema grave é o aumento da poluição de mananciais, rios, lagos e lençóis freáticos (água que fica embaixo da terra).


Como sobreviver sem água potável?

– Sol: coloque a água em um recipiente transparente, como uma garrafa PET. Cada litro precisa ficar exposto por 6 horas, ou seja, uma garrafa com três litros deve ficar por 18 horas ao sol. Os raios UV são ótimos para matar bactérias e fazem com que metais pesados, comuns em água não potável, afundem.


Vai faltar água em 2025?

Um estudo das Nações Unidas divulgado este ano prevê que 2,7 bilhões de seres humanos – 45% da população mundial – vão ficar sem água no ano 2025. O problema já afeta 1 bilhão de indivíduos, principalmente no Oriente Médio e norte da África. Daqui a 25 anos, Índia, China e África do Sul deverão entrar na estatística.


O que a falta de água pode trazer no futuro?

A falta de água pode afetar 5 bilhões de pessoas até 2050, segundo um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) que será apresentado no 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília.


Desertificação

A primeira coisa em que pensamos quando se trata de falta de água é na sede. Mas a água não serve apenas para nos hidratar, ela hidrata os solos, consequentemente os deixa nutridos o suficiente para que seja passível de plantações. Sem água, os solos seriam desertificados, num mundo assim, não haveria comida. Sem comida, sem água, não há vida.


Guerras hídricas

Imaginem só, viver em um planeta que o acesso à água é regulado pelo governo, você só pode beber determinada quantidade de água por dia, passar dias sem poder tomar banho, escovar os dentes e afins. Bateu desespero? Ou você ainda acredita que esse tipo de coisa nunca vai acontecer? Se a resposta é a segunda opção, muito se engana.


Crises

Atualmente algumas cidades no mundo já tem ficado completamente sem água, necessitando de “pedir emprestado” às cidades vizinhas. Um exemplo é a cidade de Orme, no Tennessee (EUA), que teve suas fontes esgotadas em 2007, sendo socorrida por New Hope, cidade ao lado.


Mortes

Com a falta de água não só nós (humanos) morreríamos como grande parte das espécies, praticamente tudo, da fauna e flora mundial também. Como dissemos anteriormente, para se ter vida é preciso que haja água. Basta pensar o seguinte, se até os cactos e camelos que são capazes de passar dias, meses, sem se hidratarem imaginem o resto dos seres vivos.


Dessalinização

Uma das formas de utilizar as águas dos oceanos é a retirada do sal e mineração da água para que possa ser consumida. Um processo que ainda é caro, mas que pode ser uma das soluções futuras. Cientistas e pesquisadores da área trabalham arduamente para que a realização desses processos sejam cada vez mais rápidos, baratos e mais eficazes.


Degelo

Para aqueles que não sabem, uma grande porcentagem da água potável do planeta está congelada, nas calotas polares. Por conta do aquecimento global, uma parte dessas calotas já tem sido derretidas, como pudemos acompanhar ao longo desses últimos dez anos.


Ao contrário do que parece, a água é um recurso natural esgotável. Estudos sobre o sistema hídrico mundial são unânimes em indicar que, se a média de consumo global não diminuir no curto prazo, teremos problemas de escassez. O Brasil, que tem uma parcela significativa de água doce, também está ameaçado

Você acorda de manhã, acende a luz, toma um banho quente e prepara o café. Após se alimentar, limpa a boca com um guardanapo e lava a louça. Vai ao banheiro, escova os dentes e está pronto para dirigir até a escola para mais um dia de trabalho. Se parar para pensar, vai ver que, para realizar todas essas atividades, foi preciso usar água.


A escassez hídrica na África é um problema econômico

Fim do desperdício Não poluir os rios é mais inteligente e viável economicamente do que limpar suas águas. E o consumo tem de diminuir: a ONU recomenda o uso diário de 50 litros por habitante, mas há regiões em que a média é de 400 litros.


De olho nas pesquisas

Não só quem leciona Ciências ou Geografia precisa estar informado sobre a questão da água. O assunto está na pauta mundial e necessita ser tratado com critério e profundidade.


O Brasil tem um bom volume de água, mas usa mal o recurso

O Brasil detém entre 12 e 16% da água doce da superfície terrestre. O país possui bons índices de chuva, o Amazonas é o rio de maior volume e nosso território ainda abriga o aquífero Guarani, o maior do mundo. Um aquífero é um reservatório subterrâneo, aonde a água das chuvas chega por infiltrações no solo arenoso.


As soluções são conhecidas, mas não representam um consenso

Novos caminhos A crise de abastecimento de água é real e está piorando. Um dos caminhos para alcançar a sustentabilidade do recurso é a gestão integrada e o estímulo da reciclagem, com o aproveitamento da chuva e o controle da irrigação nas atividades agrícolas.


Problema de gestão

A situação hídrica no Brasil envolve problemas de quantidade e de qualidade. Todos os sistemas de águas continentais, tanto os de superfície como os aquíferos subterrâneos, têm sofrido pressão permanente pelos usos múltiplos, pela exploração excessiva e pelo acúmulo de impactos de várias magnitudes e origens.


Sinal de alerta

O ritmo alucinado das grandes cidades está fazendo mal ao nosso planeta. Nossos hábitos cotidianos, como a produção crescente de equipamentos tecnológicos e o acúmulo de resíduos, estão exigindo da Terra mais do que ela pode suportar. A saída é uma só: conscientização

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