A digoxina açao terapeutica

A digoxina é utilizada desde a década de 1950 para tratar doenças do coração como insuficiência cardíaca e arritmias. O que é digoxina? Trata-se de um fármaco desenvolvido a partir de uma planta, a Digitalis lanata, conhecida por aqui como dedaleira. Ele é classificado como um glicosídeo cardiotônico (cardíaco), e também é chamado de digitálico.

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Qual o intervalo terapêutico ideal para digoxina?

digoxina tem uma janela terapêutica estreita e, consequentemente, é necessário assegurar níveis terapêuticos de 0,8-2,0ng/mL, sendo que, o intervalo terapêutico ideal deve ser entre 0,5 e 0,9ng/mL para evitar valores séricos tóxicos (HERRANZ, 2007; JUILLIÈRE & SELTON-SUTY, 2010).

Qual a monitorização terapêutica da digoxina?

A monitorização terapêutica da digoxina deve ser reforçada. – Digoxina Interacções: Registou-se um aumento médio de 1,5 vezes das concentrações plasmáticas de digoxina quando esta e Ranolazina são co-administrados. Por conseguinte, deve monitorizar-se os valores de digoxina após o início e o fim da terapêutica com Ranolazina.

O que é a digoxina e para que serve?

A digoxina é utilizada desde a década de 1950 para tratar doenças do coração como insuficiência cardíaca e arritmias. O que é digoxina? Trata-se de um fármaco desenvolvido a partir de uma planta, a Digitalis lanata, conhecida por aqui como dedaleira.

Quais medicamentos podem interferir na ação da digoxina?

Muitos medicamentos podem interferir na ação da digoxina aumentando ou diminuindo seu efeito, como hidroxicloroquina, cloroquina, ibuprofeno, diclofenaco, furosemida, claritromicina, eritromicina, atazanavir, darunavir, ritonavir ou saquinavir, por exemplo.


Qual é a função da digoxina?

A digoxina é utilizada desde a década de 1950 para tratar doenças do coração como insuficiência cardíaca e arritmias.


Qual a classe terapêutica da digoxina?

20830-75-5Digoxin / CAS ID


Qual é a principal indicação terapêutica do emprego da digoxina?

Digoxina é indicada no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva quando o problema dominante é a disfunção sistólica. Nesse caso, o benefício terapêutico é maior nos pacientes com dilatação ventricular. Digoxina é indicada especificamente quando a insuficiência cardíaca é acompanhada de fibrilação atrial.


Como a digoxina age no organismo?

Como age. através de um efeito denominado inotrópico positivo, aumenta a força e a velocidade de contração do músculo cardíaco; por aumento do tono parassimpático, diminui a velocidade de condução e aumenta o período refratário efetivo do nodo átrioventricular.


Qual a classe farmacológica do Enalapril?

O maleato de enalapril é um fármaco utilizado no tratamento da hipertensão arterial, que pertence à classe dos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA), sendo estruturalmente semelhante aos outros medicamentos desta classe, tais como o captopril, ramipril, lisinopril e perindopril.


Qual é a via de administração do digoxina?

A principal via de administração da digoxina é por via oral, podendo ser utilizada por via intravenosa em casos de urgência. 80% da sua eliminação é renal, necessitando de atenção no uso em pacientes com insuficiência renal, pois sua meia-vida se torna maior.


Quando indicar digoxina?

A principal indicação da digoxina é no paciente com IC que mantém sintomas a despeito do tratamento otimizado (indicação classe IIa, nível de evidência B). Tal tratamento otimizado inclui diurético de alça em doses tituladas, medicamentos de ação neurohumoral (IECA e espironolactona) e um betabloqueador.


Quem deve tomar digoxina?

A digoxina é um remédio da classe dos antiarrítmicos e cardiotônicos, que age aumentando a força dos batimentos cardíacos e melhorando o ritmo do coração, indicada para tratamento de problemas do coração como insuficiência cardíaca congestiva ou arritmias, podendo ser usada em adultos e crianças.


Como a digoxina atua no miocárdio de pacientes com insuficiência cardíaca?

Digoxina® aumenta a contratilidade do miocárdio por atividade direta. Esse efeito é proporcional à dose na faixa terapêutica mais baixa, e algum resultado é alcançado mesmo com doses muito baixas. O efeito ocorre até quando o miocárdio está normal, embora nesse caso não exista nenhum benefício fisiológico.


Porque a digoxina tem baixo índice terapêutico?

A digoxina possui índice terapêutico estreito e está listada como um medicamento potencialmente perigoso (Ver lista) devido ao seu risco aumentado de provocar danos significativos quando há falhas em sua utilização.


Quais os efeitos colaterais do medicamento digoxina?

Desorientação, vertigem (tontura) e problemas de visão (vista turva ou amarelada); Mudanças da frequência cardíaca ou dos batimentos cardíacos (seu coração pode bater mais devagar ou de forma irregular); Sensação de enjoo, diarreia; Manifestações alérgicas da pele (inclusive vermelhidão e coceira).


O que é digoxina?

Trata-se de um fármaco desenvolvido a partir de uma planta, a Digitalis lanata, conhecida por aqui como dedaleira. Ele é classificado como um glicosídeo cardiotônico (cardíaco), e também é chamado de digitálico.
Dadas as suas características, a digoxina só pode ser utilizada sob prescrição médica.


Em quais situações esse medicamento deve ser usado?

Este fármaco é utilizado há mais de 50 anos e seus efeitos são bastante conhecidos. Contudo, é importante que você faça o uso racional desse remédio, ou seja, utilize-o de forma apropriada, na dose certa e por tempo adequado.


Entenda como ela funciona

Flavio da Silva Emery, professor associado da USP de Ribeirão Preto, explica que quando a digoxina é administrada por via oral, ela é absorvida no intestino delgado, alcança sua concentração máxima no sangue em até 1 hora, é bem distribuída pelo corpo e seus efeitos já são esperados no período de 30 minutos a 1 hora.


Riscos do uso prolongado

Os especialistas esclarecem que o uso crônico desse medicamento aumenta o risco de intoxicação. Para prevenir esse efeito entre os que se beneficiam de seu uso, é essencial o monitoramento médico continuado para controle da dosagem.


Conheça as apresentações disponíveis

Digoxina Glaxo® é a marca de referência da digoxina, mas você pode encontrar as versões genéricas e alguns similares intercambiáveis. O medicamento consta da Rename 2020 (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) e pode ser obtido por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), bastando apresentar a receita médica para ter acesso a ele.


Quais são as vantagens e desvantagens desse medicamento?

O cardiologista Francisco Maia, professor adjunto de cardiologia da Escola de Medicina da PUC-PR diz que a digoxina é um dos medicamentos mais antigos da cardiologia ainda em uso e consta das diretrizes internacionais para o tratamento de doenças do coração.


Saiba quais são as contraindicações

O medicamento não pode ser usado por pessoas que sejam alérgicas (ou tenham conhecimento de que alguém da família tenham tido reação semelhante) ao seu princípio ativo ou a qualquer outro componente de sua fórmula.


Propriedades

A metildigoxina, também chamada medigoxina, é um glicosídeo, cardiotônico com atividade inotrópica positiva. A absorção pelo trato gastrintestinal é rápida e sua meia-vida é de 54 e 60 horas. Cerca de 60% de fármaco administrado, seja por via oral ou intravenosa, são eliminados através da urina na forma inalterada.


Posologia

Pacientes adultos. Digitalização rápida: via intravenosa 0,6 mg ao dia, durante 2 a 4 dias. Digitalização moderadamente rápida: via intravenosa, 0,03 mg ao dia, durante 3 dias. Caso seja necessário, aumentar a dose para 0,4 mg ao dia, durante 3 dias. Digitalização lenta: via intravenosa 0,5 mg ao dia.


Superdosagem

As manifestações de toxicidade são tratadas com a suspensão da administração de metildigoxina; caso seja necessário adicionar suplemento de potássio por via oral (4 g a 6 g ao dia) em várias doses, para adultos com função renal normal.


Reações adversas

As principais reações adversas compreendem arritmias (contrações ventriculares prematuras, taquicarida ventricular, bloqueio AV), perda do apetite, náuseas, vômitos, distúrbios visuais (alteração da percepção das cores).


Precauções

Recomenda-se administrar com precaução em pacientes com bloqueio de condução completo, síndrome de Adams-Stokes, estenose subaórtica hipertrófica idiopática, síndrome de Wolff-Parkinson-White, ou glomerulonefrite.


Interações

O cálcio causa potencialização da toxicidade da metildigoxina em função de seu efeito sinérgico. Os bloqueadores de cálcio (diltiazem, verapamil), quinidina, amiodarona, propafenona, captopril, espironolactona e a flecainida causam aumento da concentração plasmática de metildigoxina.


Contraindicações

Intoxicação digitálica, hipercalcemia, hipopotassemia, cardiomiopatia hipertrófica, distúrbios da condução atrioventricular (bloqueio AV do 2° e 3° graus), taquicardia, fibrilação ventricular, aneurisma aórtico torácico, síndrome sinusal carotídeo, síndrome de Wolff-Parkinson-White, e hipersensibilidade ao fármaco.


Mecanismo de Acción Digoxina


Indicaciones terapéuticas Digoxina

  • Tto. de ICC donde el problema principal es la disfunción sistólica. El mayor beneficio terapéutico se obtiene en pacientes con dilatación ventricular. Se encuentra específicamente indicada cuando la insuf. cardíaca está acompañada por fibrilación auricular. Arritmias supraventriculares: tto. de ciertas arritmias supraventriculares, especialmente al…

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Contraindicaciones Digoxina

  • Hipersensibilidad a digoxina; bloqueo cardiaco intermitente o bloqueo auriculoventricular de 2º grado, si hay antecedentes de s. de Stokes- Adams; arritmias por intoxicación de digitálicos; arritmias supraventriculares asociadas con una vía accesoria auriculoventricular, como en el caso del s. de Wolff-Parkinson-White; taquicardia ventricular o en fibrilación ventricular; cardiomiopatí…

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Advertencias Y Precauciones Digoxina

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Interacciones Digoxina

  • Toxicidad potenciada por: diuréticos, sales de litio, corticosteroides y carbenoxolona. Efecto aumentado por: amiodarona, flecainida, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, eritromicina, tetraciclina, gentamicina, itraconazol, quinina, trimetoprima, alprazolam, difenoxetilo con atropina, indometacina, propantelina, verapamilo, felodipino, tiapamilo. Aumento variable: ni…

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Embarazo Digoxina

  • No está contraindicado el uso de digoxina en el embarazo, aunque la dosis puede ser menos predecible en mujeres embarazadas que en no embarazadas, requiriendo algunas una mayor dosis de digoxina durante el embarazo. Como pasa con todos los fármacos, su uso sólo debe considerarse cuando el beneficio clínico esperado del tratamiento para la madre supera cualqui…

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Lactancia Digoxina

  • Aunque la digoxina se excreta en la leche materna, las cantidades son mínimas y la lactancia no está contraindicada.

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Reacciones Adversas Digoxina

  • Anorexia, náuseas, vómitos, diarrea, debilidad, apatía, fatiga, malestar, dolor de cabeza, alteraciones de la visión, depresión e incluso psicosis, bradicardias y arritmias. © Vidal VademecumFuente: El contenido de esta monografía de principio activo según la clasificación ATC, ha sido redactado teniendo en cuenta la información clínica de todos los medicamentos a…

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